sexta-feira, 3 de abril de 2015

Sexta feira santa em Kingston

Após uma noite de sono merecida, acordamos todos animados e descansados. Dudu, o mais recomposto de todos, já acordou brincando em seu novo e temporário aposento.


A vista do quarto era belíssima, com as casinhas em tijolinho à vista, quase todas iguais mas cada uma com seu charme.




Conforme o prometido, seguem as fotos da casa do Naka e da Maeli, de quebra o registro dos momentos Dudu e Catá.


 
O café da manhã foi preparado com muito carinho pelo casal, pãozinho francês inglês, café, leite, sucrilhos, suco de laranja, manteiga, iogurte e tudo mais o que se pode esperar de um belo café da manhã.



Catá se divertindo, ou melhor, Célia se divertindo com a Catá, melhor ainda, as duas se divertindo uma com a outra.


 Todos de café tomado resolvemos bater pernas pela cidade. O objetivo era conhecer o modo inglês de se viver, ou pelo menos um pouquinho dele, e comprar roupas de frio para o Dudu.




Tínhamos duas opções de transporte: ônibus ou trem. Decidimos ir de ônibus.
Carregamos uns cartões que o Naka e a Maeli tinham e fomos para o ponto esperar pelo famoso busão de dois andares.

Não satisfeitos de estarmos no ônibus famoso de Londres, o casal de caipiras fez questão de ir para o andar de cima, pelo menos para registrar o momento.



De volta ao primeiro andar, víamos Dudu curtindo o passeio. Fazia caras e bocas e ia apreciando a paisagem vista pela porta do busão.



Em  Kingston, uma área muito interessante de Londres, avistamos esta obra de arte feita com cabines telefônicas típicas da cidade.


É claro que não poderia faltar uma foto dos ônibis famosos de Londres.



A fome apertou e decidimos procurar algo para comer. Tínhamos várias opções: restaurantes da Capadócia, Istambul, Indiano, Libanês, etc. Decidimos por um do Nepal.

 
A escolha não poderia ser melhor, cerveja Nepalesca, com um sabor de chopp brasileiro, suave mas muito boa, Katmandu.


A comida chegou e, apesar de todos estarem meio apreensivos, adoramos cada prato pedido. Todos experimentaram o prato de todos, cada um gostou mais do seu próprio prato, mas todos muito bons.


Após Célia passar um pequeno apuro com o Dudu e sua fralda, fomos comprar uma calça nova para o moleque, pois a que ele usava ficou meio suja, se assim posso dizer. Após comprarmos a calça, fomos a um café, mais para usar o trocador do local do que pelo café mesmo. Enquanto Célia trocava as calças do Dudu e fazia a faxina corporal do galego, pedimos café para todos.

O local era muito agradável, ali ficamos um tempo batendo papo.


A garoa típica de Londres deu as caras, registramos o momento no café e partimos para comprar a roupa de frio que o Naka e a Maeli tinham nos indicado.
 

Era uma roupa do tipo para se usar na neve, um macacão feito de edredon. Achamos e compramos. Dudu ganhou de presente do casal uma jaqueta impermeável, muito bacana.

Após comprarmos as roupas que o Dudu precisava, fomos até uma farmácia atrás de uma capa de chuva para carrinho de bebê. Isto mesmo, uma farmácia. Vende quase de tudo lá.

Encontramos a tal capa e serviu como uma luva no fiat uno do Dudu. Digo Fiat Uno pois o carrinho dele mesmo, um Monzão velho, ficou em casa. Confortável e macio o Monzão é muito grande para ficar carregando em viagens. Compramos em Brasília um carrinho bem mais simples e um tanto duro, porém com uma mobilidade extrema, muito pouco peso e dobrabilidade máxima. O que acabamos por batizá-lo de Fiat Uno pelado.

Pegamos o busão típico novamente, de número 57, voltamos para casa, mas antes de chegarmos, passamos no mercado. Compramos alguns mantimentos e cervejas de tudo que é lugar.

Como não é muita surpresa, em todo canto que vou atraio os bichos. Desta vez, um enorme gato, acho que era um da raça Maine Coon, não tenho certeza, mas era muito grande, lindo e carinhoso. Veio na minha direção pedindo carinho, e assim ele foi atendido, claro. 


Ao chegar em casa, brincamos com as crianças, Catá ficou com sono e foi dormir. Dudu aceso e não parava de insistir em meter a mão na água do Jorge e da Jovelina, felinos fofos do casal. Maeli foi preparar um rango para a galera. Abrimos as cervejas e começamos os trabalhos. Uma cerveja diferente da outra, cada uma com sua particularidade. Tínhamos cevejas belgas, alemãs, inglesas, italianas e outras que já não me lembro.


Maeli está de parabéns pelo rango, ela disse o nome do prato mas também não me lembro. É um prato da América do Norte, acho que do James Oliver, se é que é este mesmo o nome do chef, esta minha memória está cada vez pior, e olhem que nem fomos a Amsterdam ainda.




A comida foi espetacularmente preparada e ficou deliciosamente saborosa. Parabéns Maeli, por favor, repita a dose outros dias! Adoramos! Rsrs.

Após todos estarem de bucho cheio e sorriso nos rostos, continuamos a bater papo e beber. Vieram outras cervejas de outras nacionalidades que minha memória não permite dizer quais são, mas que os sabores experimentados ficarão para sempre cravados em meu cérebro.


Hoje o expediente foi até muito mais tarde. Quando eram 2:30h da matina, olhamos no relógio e dissemos: 2:30h? é hora de domrir!

Agora são 03:42h, Dudu e Célia dormem ao meu lado e eu termino aqui meu relato do dia.

Espero que tenham gostado, apesar de poucas fotos.

Aproveito para agradecer à Flávia Pierry pelo comentário no Blog e dizer que os beijos foram entregues e muito bem recebidos pelo casal Naka e Maeli.

Até amanhã para todos em um novo post.

4 comentários:

  1. Estou vendo que essa viagem será incrível!!! Adorei o blog Gabrielli. Beijos para o Naka, Maeli, Catarina e vocês três, claro. Divirtam-se!!!!

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  2. olá meninos que viagem linda...um Dudu cada vez mais lindo.Bjos

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  3. Finalmente aprendi como enviar o comentário.As fotos estão lindas,o Dudu mais ainda,a saudade dele aumenta cada dia que passa.Que tal a viagem nos tamancos Portugueses?Vi fotos da minha querida e velha cidade...saudades de Portugal no Brasil...rsrs

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