Hoje o dia todo foi praticamente viajando.
Acordamos às 9:00h, com o despertador é claro. Terminamos de arrumar as malas, acertar os últimos detalhes, tomamos café, arrumamos as crianças, trocamos fraldas, anotei o endereço da Simone em Toulouse na França e saímos de casa às 11:20h.
Descemos até o super mercado, comprar papinha de frutas para o Dudu e feijão para levar para a Simone, ela gosta muito de feijão e nos disse que aqui na França é um pouco caro e não se encontra facilmente.
Pegamos o trem e fomos até outra estação, que não me lembro o nome, pegar o metrô, desta fomos para outra ainda pegar outro metrô até uma terceira estação para comprar os bilhetes do trem expresso que vai para o aeroporto de Stansted, é bem longe, levamos 1:40h para chegar no aeroporto.
O checkin já estava feito pela internet, fumamos um cigarrinho, despachamos as malas, passamos pela aduana e compramos lanche para comermos, já eram 15:00h e não tínhamos almoçado ainda.
A Raynair, companhia aérea de baixo custo, não serve nada no avião, muito pelo contrário, vende, e vende de tudo, desde jornal até relógios. Para se ter uma ideia, os aviões da Rayanair não utilizam nem os fingers do aeroporto, por estas e outras ela consegue vender passagens de Londres à Brive por 9,99 libras.
Embarcamos no avião e tudo conforme o prescrito. Fomos uns dos últimos a embarcar. Dudu fez amizade no avião, o Victor, um francês de mais ou menos 4 anos, foi pelo menos metade do caminho brincando com o Dudu, os dois se divertiram muito. Dudu deu um showzinho para mamar, ele já sabe, quem não chora não mama.
Descemos em Brive, França, o voo foi muito tranquilo, Célia, como sempre, apavora nas decolagens e aterrizagens. Passamos pela aduana em Brive, pegamos nossas malas e saímos do aeroporto. Fomos até o local onde se pega os carros alugados. Tínhamos alugado 2 fiat´s chincochento, porém, pegamos um Renault Clio e outro Renault Captur pelo mesmo preço. Eu, Célia e Dudu ficamos com o Clio, show de bola o carrinho. Com GPS, sensor de faróis, de chuva e de estacionamento. Anda muito bem e todo bonitão por fora e por dentro. Naka, Maeli e Catá ficaram com o Captur, também completinho e bonitão.
Todos satisfeitos com os carros, configuramos o gps e pegamos estrada. De Brive até Toulouse são 185km. Fomos seguindo o gps, que aliás, excelente. Paramos na estrada para tomar um café rapidinho e seguimos em frente. Aqui na França o pedágio é mais ou menos como o de Portugal, quando você entra na estrada pega um ticket, quando sai da estrada, paga. Ou seja, é um sistema justo, você paga por quanto anda na estrada.
Só tivemos um contratempo. Na hora de sair da estrada, entrei em uma cabine de pedágio onde não havia opção de pagamento com dinheiro, somente cartão, tentamos nossos cartões de crédito mas sem sucesso. Apertei um botão vermelho de ajuda. Uma moça atendeu em francês. Eu entendo de francês, tanto quanto entendo de árabe, ou seja, patavinas!
Célia gastou o francês que ela aprendeu na faculdade. Ela ia dizendo em francês o que eu teria que dizer para a moça do pedágio, pelo interfone da cabine. Célia tinha que escutar o que a moça dizia, mas Dudu estava animadíssimo, dificultando o processo. No fim, falei algumas coisas em francês, que Célia ia ditando, misturei com um pouco de inglês, e no final a moça me respondeu em inglês. Eu deveria voltar de ré na pista e entrar em outra cabine ao lado, pois aceitaria pagamento em cash. Fizemos isso e tudo ok. Pagamos o pedágio em dinheiro e continuamos a viagem. Naka nos esperou um pouco a frente no acostamento.
A chuva neste momento apertava, pois é, eu não disse mas estava chovendo, o que atrasou um pouco nossa chegada em Toulouse. Fomos mais devagar na estrada e tudo correu perfeitamente bem. Entramos na cidade e, seguindo o gps, chegamos no hotel. O Ibis Gadget, hotel simples e com preço razoável, muito bom para o nosso propósito. Fizemos o checkin e fomos para a casa da Simone, a 2 km dali. Simone fez questão de nos receber nesta noite com um jantar feito pelo seu marido, o Oliver, diga-se Oliviê em francês.
Simone sempre foi uma gracinha, está grávida, e mesmo assim fez questão de nos presentear com um belo jantar preparado por seu marido. De entrada Oliver fez tipo umas brusquetas mas com carpacio de salmão por cima, uma delícia. Digo brusquetas pois, não sei ao certo o nome correto. O prato principal era linguiça típica da França, acompanhada de cogumelos, alho frito e abóbora tipo japonesa, ficou muiiiito bom, a combinação de tudo casou perfeitamente. Uma bela salada de alface e tomate também fez parte do banquete. De sobremesa, iogurte natural, mas do tipo francês, bem diferente do nosso brasileiro, com morangos e framboesas.
Degustamos tudo com muito prazer e super agradecidos pela maravilhosa recepção. Eu disse ao Oliver que ele pode até abrir um restaurante. Muito obrigado Si e Oliver, vocês são muito bacanas.
Batemos papo até 2:15 da manhã. Catá tinha ido dormir, Dudu lutou até o final, e ganhou. Quando entrou no carro para irmos embora, apagou. Apagou? que nada, parecia ter apagado, quis sair da cadeirinha e ver as ruas francesas de Toulouse. Sabe que está em local diferente e tudo é novidade, não quer perder nem um tiquinho do passeio.
Chegamos rapidinho no hotel, estacionamos os carros e subimos. Triquei a fralda do Dudu e vamos dormir. Amanhã e Segunda faremos passeios com o casal Simone e Oliver, eles tiraram a segunda de folga só para passear conosco. Adorei ter revisto a Simone e saber que ela está muito bem, e de ter conhecido o Oliver, uma pessoa muito legal e agradável, além de cozinhar muito bem.
Amanhã tem mais.
Ahhhhh como eu queria ser uma borboleta e voar até Toulouse agora...ver minhas amigas tão amadas e suas famílias lindas...mas acho que eu teria que ser uma Águia pra
ResponderExcluirconseguir chegar, né? Saudade imensa de vcs... bjosssss