domingo, 12 de abril de 2015

Londres de cera

Hoje vai ser um dia solo novamente. Maeli tem trabalho a fazer e Naka terá de cobrir a manifestação dos brasileiros em Londres. Sairemos eu, Célia e Dudu.

Saímos tarde de casa, como sempre, mais ou menos 12:00h. Fomos em direção à estação de trem Raynes Park.


Da estação, Dudu aprecia a vista do pub Raynes Park Tavern.

Desta vez acho que consegui uma foto melhor da fábrica, capa do álbum "Pigs", do Pink Floyd.


Descemos na estação Waterloo.


Já tínhamos traçado o caminho para chegar na Abbey Road, rua onde tem a faixa de pedestre do álbum de mesmo nome. Após descermos na estação Waterloo, teríamos que pegar a linha Jubilee e irmos até a estação St. John´s Wood, porém a linha não estava em operação pois era dia de manutenção nela. Tivemos que mudar um pouco os planos.

Pegamos a linha Bakerloo na mesma estação e fomos até a Baker Street. A estação Baker Street fica ao lado do museu Madame Tussaud, que já iríamos visitar hoje. Fomos andando até a famosa faixa de pedestres. Andamos mais ou menos uns 4km, passeando. Dudu apagou logo que começamos a caminhada.






Ao chegar na faixa, muitos turistas estavam tirando fotos, todos muito alegres e meio que trando onda pois o trânsito era grande. Os motoristas olhavam com cara nada amigável, mas aturavam, fazer o que não é mesmo? Afinal de contas, eram os Beattles.



Eu, Célia e Dudu também tiramos nossa onda. No início ficamos meio acanhados mas como ali só tinha gente fazendo isso, resolvemos entrar na dança.





Tirei uma foto do céu desta cidade para se ter uma ideia de como passa avião por aqui. Estes rastros são todos de aviões. E tinham muito mais.



Esta construção moderna é onde ficam os jornalistas, no estádio de cricket Lord´s Cricket Ground.




Depois de registrado o momento, decidimos ir ao museu Madame Tussaud, só que não voltaríamos pelo mesmo caminho, seria muito monótono. Fomos por outra rua e lá na frente viramos na direção que queríamos. A rua que viramos era a Baker Street.

 

Havia uma mesquita.


Uma igreja em uma rua que achamos, ambas, muito interessante. Pela beleza e pela arquitetura.





Nesta rua, Abbey Road, ficava o escritório do detetive mais famoso do mundo, Sherlock Homes. Há um museu dele, alguns turistas tirando fotos e nós não ficamos de lado. O museu é pequenino, pelo menos por fora, não sabemos pois não entramos para ver.




Quase ao lado do museu tem uma loja dos Beattles. A loja é bem legal, com tudo que é de Beattles, muitas camisetas, placa da rua Abbey Road, canecas, imãs, palhetas, cintos, agasalhos, brinquedos, bandejas, faixas, quadros, posters, etc. Compramos apenas um imã da rua Abbey Road.



Seguimos a caminhada para o museu, aproveitando para ir registrando o que achávamos interessante. Dudu ainda apagado.

Ao passarmos pela frente da estação Baker Street, vimos uma estátua de Sherlock Holmes.


Fomos até o museu que ficava a uma quadra da estação. O carrinho de bebê tinha que ficar em uma chapelaria. Tivemos que acordar o Dudu. Foi até bom pois ele já tinha dormido muito e iria gostar do museu, com certeza.



Deixamos o carrinho e compramos os ingressos, 30 libras cada. Achei meio caro e fiquei pensando que não valeria à pena.

Entramos no museu e o clima foi se instalando.



Logo no elevador, quando começa a subir uma voz anuncia o museu, como se fosse um show, ao sair do elevador, um painel, cheio de jornalistas tirando fotos de você.

Ao passar pela porta, um salão enorme, estava tendo uma festa e nós éramos convidados. Na festa haviam várias celebridades. Angelina Jolie e Brad Pitt, Nicole Kidman, Johnny Deep e por aí vai.












 









Saímos da festa e continuamos. Em outro salão, outras celebridades.
















 











































Esta é a madame Tussauds.



É incrível como as estátuas de cera se parecem com os originais, digo incrível pois parecem de verdade, o cabelo, a barba, os olhos, tudo é muito real, é impressionante.

Depois vem uma parte de terror. Célia já ficou com  medo e nem queria entrar. Peguei o Dudu e fui mas a moça que abre os portões disse que bebês não podiam. Devolvi o Dudu para a Célia e entrei. É tipo um trem fantasma mas com gente de verdade tentando te assustar. A coisa é muito bem feita e levei alguns sustos sim, não costumo me assustar com estas coisas mas os caras fazem de uma maneira que te pega.

Continuando o caminho, agora entramos em uma área que tinham vários carrinhos andando sobre trilhos, como os de parque de diversão, só que imitando os táxis londrinos. Dudu foi no meio, entre eu e Célia. Ele adorou e ficou quietinho prestando atenção em tudo. Na saída, compramos a foto que foi batida de nós durante o trajeto e dois chaveiros e mandei fazer a nossa foto junto da realeza, em um porta retrato de acrílico, ficou bem legal.











Saímos desta parte e entramos na área dos super heróis. Dudu, quando viu o homem aranha agachado no chão, pirou! Ele não queria sair mais dali, mas as pessoas também queriam tirar fotos com o aranha, Dudu esperneava quando o tirávamos de lá.






Com o Hulk Dudu ficou meio cabreiro, também pudera,olhem o tamanho do verdão!


Umas garras de ferro saíram da minha mão, eu estava me transformando no Wolverine. Nós também entramos no clima e na fantasia do museu.


Após esta parte, um cinema 3D, projetado na cúpula do museu, em 360 graus. Muito legal. O filme era dos super heróis, tinha o Homem Aranha, o Capitão América, o Hulk, o Homem de Ferro, o Wolverine e mais uma mulher um homem que não me lembro os nomes.

Quando caia alguma coisa na água, a gente tomava uma borrifada de água na cara, muito massa mesmo, a sensação é a de estar na cena mesmo.

Saímos do museu dizendo que o dinheiro gasto, foi muito bem gasto, valeu à pena, recomendo.

Fomos para a estação Baker Street, havia uma loja de souvenirs que tinha uma camisa da seleção brasileira, do Neymar Jr.



Logo ao lado, pegamos o metrô, descemos em Waterloo, pequeno pit stop para troca de fraldas, pegamos o trem e descemos em Raynes Park.

Para não perder o costume, paramos no pub Raynes Park Tavern. Duas Guiness e dois hambúrgueres. Sentamos no lado de fora do pub para não ter problemas por causa do Dudu. Célia foi pedir no balcão e o cara falou para entrarmos pois estava muito frio lá fora. Célia disse que estávamos com o bebê, o cara mandou entrarmos mesmo assim.

Quando sentamos na mesa, outro cara disse que não poderíamos ficar ali com o bebê. Estes caras não se entendem. Explicamos que o colega dele é que disse para entrarmos por causa do frio, então ele nos deixou em paz lá dentro mesmo. Comemos o belo hambúrguer deles, com batas fritas, duas onion rings e bebemos 2 guiness cada um. Dudu se divertiu novamente.




Saímos do pub e passamos no mercado, logo ao lado. Compramos vinho, sorvete, banana e papinha para o Dudu. Fomos para casa.

Na casa do Naka e da Maeli, os sapatos de todos ficam na entrada, inclusive os do Dudu.


Agora já estamos deitados e vamos dormir, amanhã tem um passeio muito massa. Temos que acordar às 6:00h da matina, 2:00h da matina do Brasil.

Por hoje foi isso, o passeio de amanhã fica em mistério por enquanto. Conto no próximo post.

Até lá.

3 comentários:

  1. Adorei o post de hoje. Como o Dudu está se divertindo.... e encarou as estátuas de cera mesmo. Demais! Estou já curiosa pelo próximo post. Continuem se divertindo. abs.

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  2. Que museu lindo,eu já conhecia claro da net,da tv.....kkkkk,viajar tb é cultura,Bjos.Palmer

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