terça-feira, 12 de maio de 2015

Paris - Sacre Coeur

Dando continuidade no relato de nossa viagem, conto aqui como foi o dia 23 de abril.

O roteiro de hoje será visitar a Sacre Coeur. Fica um pouco distante mas iremos assim mesmo.

Acordamos e fomos para a estação Paris Gare de Lyon, muito bonita por sinal.







Da Gare de Lyon pegamos um trem para a Gare du Nord, outra estação francesa, também muito linda.





Decidimos almoçar ali por perto da estação, tentamos um restaurante de hambúrguer mas demorou tanto para nos arrumarem uma mesa que decidimos ir embora, logo ao lado havia um outro restaurante. Paramos e decidimos comer.







Comida boa, farta e barata. Gostamos muito.

Continuamos nosso roteiro, desta vez seguimos caminhando. A Sacre Coeur ficava perto de onde estávamos.

Fomos andando e apreciando a paisagem, os prédios, etc.





Paramos para ir no banheiro de um bar e, neste momento, Nakagawa e Célia, enquanto nos esperavam em frente ao bar, presenciaram um acidente. Um carro bateu em uma moto. Não foi nada grave mas o motociclista caiu no chão.

Chegamos na Sacre Coeur e tinha uma escadaria para subir. Nós com os carrinhos das crianças, seria um trabalhão subir tudo aquilo.





Para a nossa alegria, olhamos para o lado e vimos um portãozinho que dava para uma rampa. Ufa, não precisaríamos carregar os carrinhos pela escadaria.

Entramos pelo portão e começamos a subir a rampa. Uma curiosidade: Vimos um funcionário do local cortando a grama da encosta. Ele utilizava um carrinho que ficava preso na grade por um cabo de aço e o funcionário só no controle remoto. Assim é fácil né?





Continuamos a subir e chegamos em um platô. De onde já dava para avistar um pedaço da catedral.





Naka e Maeli fizeram uma parada técnica para a troca de fralda da Catá.

Continuamos, mas dali só tinham escadas. Fazer o que não é? Subimos as escadas carregando os carrinhos e chegamos na Igreja. Muito bonita.






Após algum tempo apreciando a igreja decidimos continuar a caminhada.

Fomos passando ao lado da igreja, por uma feirinha que estava tendo. Na parte de trás, um pouco ao lado da igreja, vimos um bar e decidimos tomar umas cervejas.






Dudu, em uma distração minha para pegar a máquina fotográfica, apanhou meu copo com as duas mãos e virou. Sim, virou para beber tudo. Eu e ele tomamos um belo banho de cerveja. O pessoal que estava passando e viu o ocorrido deram gargalhadas. Após trocarmos as roupas do Dudu, ainda ficamos ali por algum tempo.

Um artista de rua veio querer fazer o desenho do Dudu. Já havia passado uma senhora e eu tinha recusado. Este senhor nos ofereceu e após acharmos que seria legal, resolvemos pagar. O desenho não ficou ruim, mas o resultado final é o Dudu com 7 anos.




Dudu estava inquieto, não queria ficar ali sentado. Fui com ele dar umas voltinhas. Entramos em uma loja bem em frente ao bar. Aliás, foi o Dudu que me levou lá. Ele foi atrás do som que estava tocando, e quando achou de onde saia, parou em frente da caixa de som e ficou dançando, um tempão.

Saí para a rua com o Dudu e ele viu um cachorrinho na guia com a sua dona e quis ir atrás. Lá foi eu atrás do Dudu que estava atrás do cachorrinho e dizendo, au au, au au. A dona percebeu e parou para que Dudu alcançasse o cão. Dudu fez carinho no cachorrinho, conversei um pouco com a senhora e ela me disse que bem ali ao lado, havia um parque que era legal para levar crianças.

Voltamos para o bar, pagamos a conta e sugeri o parque. O pessoal aceitou e fomos para lá.

Ao chegarmos, era um parque bem pequeno, com um gramadinho e bastante gente tomando sol.

Paramos ali por algum tempo, tomamos mais algumas cervejas e Dudu, como sempre, curtiu bastante.








Após o descanso no parque, decidimos ir embora. Descemos as escadas da Sacre Coeur. Havia um funicular se quiséssemos mais conforto, mas decidimos descer carregando os carrinhos mesmo.

Uma breve parada para o Dudu curtir um som e descemos.




Lá em baixo, tomamos um sorvete e seguimos para a estação.

Achei bem legal um mictório na rua, próximo da estação. Você faz seu xixi tranquilo e não deixa cheiro ruim. Deveriam usar em Salvador no carnaval.






Não pude deixar passar esta, meu amigo Vianei, que trabalhou comigo na Politeno, além de virar artista pintor, abriu um negócio em Paris. Aí está a foto.





Já estávamos bem próximos ao hotel e decidimos fazer mais uma parada para tomar cerveja e comer alguma coisa.


Bebemos e comemos, após satisfeitos, fomos para o hotel.

No próximo post tem mais.



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