sexta-feira, 1 de maio de 2015

França - Paris

Dia 22 de abril, acordamos e fomos tomar um café ao lado do hotel.








Decidimos iniciar nossa caminhada em direção à Catedral de Notre Dame, já que era perto, uns 15 minutos de caminhada. Fomos apreciando o caminho, a paisagem de Paris.







A catedral de Notre Dame é muito linda. Em seu estilo gótico impõe-se na praça.








Decidimos entrar na catedral. Pegamos uma fila de uns 30 minutos. Quando chegou a nossa vez, descobrimos que aquela fila era para subir nas torres da catedral.

Célia e Maeli amarelaram. Eu, sem perder tempo, com o Dudu no colo, comecei a subir os degraus. Eu não iria deixar de subir, ainda mais depois de esperar na fila.

São muitos degraus para subir. Com a mochila nas costas e o Dudu no colo, tive que ligar o "modo determinação". Após algumas respiradas fundas, chegamos a uma sala, uma lojinha, que geralmente tem na saída dos locais turísticos. Dei uma voltinha na lojinha, não tinha nada de interessante, a não ser o prédio em si em alguns quadros lindíssimos.



De repente as pessoas da salinha começaram a subir mais degraus. Eu fui atrás. Subimos mais um monte de degraus. Algumas paradas pelo caminho foram necessárias.

Ao chegar lá em cima, aquela vista maravilhosa de Paris e o sentimento de missão cumprida.










Para minha surpresa, Nakagawa apareceu. Estávamos na ponte entre as duas torres. O caminho do tour era subir por uma torre e descer por outra.

Continuamos, agora com a companhia do Naka. Entramos na segunda torre, onde ficam os sinos.











Subimos até o topo. Mais um monte de degraus. Dudu aguentava firme.














Quando começávamos a fazer o caminho para descer, uma fila se formava e tivemos que esperar. Dudu começou o show. Ele não gosta de esperar, ninguém gosta não é mesmo?

Dudu reclamou um pouco mas quando a fila começou a andar ele parou e descemos a torre de boa. Mais um tanto de degraus a descer, na descida todo santo ajuda.

Lá embaixo, estávamos orgulhosos de ter feito o passeio pelas torres, valeu à pena. Perguntei ao Naka se ele tinha pago para entrar, ele disse que pagou 8 euros, lá na lojinha. Eu não tinha visto lugar para comprar ticket, subi atrás do povo. Ninguém me cobrou, e então eu fiz o passeio de graça.

Nos encontramos com as meninas que estavam a apreciar a cidade, em frente a Catedral de Notre Dame, tomando café e batendo papo.



Fomos trocar as fraldas do Dudu, estava quase explodindo. Trocamos ali mesmo, na praça, no chão.

Saímos dali e fomos caminhar para outro canto. O objetivo agora, era achar algo para comer. Prédios lindos pelo caminho.








Decidimos comer um hamburguer. Comemos em uma rede chamada Quick. Comemos um Giant Max cada um. Apesar do nome, bem pequeno, e olha que era o maior do cardápio. É tipo Mc Donald. O sabor era muito bom.

Após satisfeitos, fomos caminhando até o museu do Louvre.









O Museu é gigantesco. Lindíssimo, acho que 1 mês para conhecê-lo todo é pouco. Ficamos um bom tempo curtindo o pátio. Dudu livre e liberto, ia para onde queria mas com a sombra pai ou a sombra mãe atrás.














Dudu, sempre animado com os cães decidiu fazer amizade. O cãozinho também gostou dele, brincaram um pouquinho.












Dudu quis expandir seu território e eu deixei. Fui atrás dele para onde ele quisesse ir, ele estava voando pelo pátio do Museu do Louvre.










Uma pequena pausa para hidratar e tomar fôlego novamente.




Mamãe nos achou e veio nos chamar.





Voltamos para encontrar o Naka, a Maeli e a Catá. Brincamos um pouco, corremos e demos risadas.





Tinha um casal de indianos com sua filhinha ao nosso lado, sentados na mureta do espelho dágua. Dudu se encantou com a menina e foi fazer amizade. Ele não tem muita cerimônia não. Abraçou, acariciou e riu com a menininha. Ela era lindinha, gostou do Dudu também. Todos achando lindo o carinho dos dois, quando de repente, Dudu tasca um beijo na boca da garotinha.  O pessoal que estava passando até riu, todos ficaram pasmos com a situação. Demos muitas risadas. A mãe da garotinha adorou, o pai, nem tanto.




Infelizmente não conseguimos pegar o momento do beijo em foto, acho que o pai dela pegou. Mas pela cara de feliz nem precisa registro.



Caminhamos pelos jardins do Museu. Aproveitamos para usar o banheiro público, muito bem mantido, e tomar um café.










 Passamos pela Champs Élysées, fomos caminhando e passeando, com a intenção de chegar ao Arco do Triunfo. Várias lojas de marcas famosas, Uma grande avenida muito movimenta.











Naka e Maeli decidiram ver uma loja e não iriam conosco até o Arco do Triunfo. Eles já conhecem e nos recomendarem subir, pois a vista é bem legal.

Fomos até o Arco do Triunfo, eu, Célia e Dudu. Ao chegar, tiramos algumas fotos do lindo monumento.







Decidimos subir. Célia foi comprar os tickets enquanto eu e Dudu aguardávamos. Ao entrar nos avisaram. Teríamos elevador para subir mas para descer não. O serviço de elevador funcionaria até às 19:00h, eram 18:40. Subimos assim  mesmo. Como eu já disse, para descer todo santo ajuda.

Curtimos a vista da Torre Eiffel, e das avenidas que saem ou terminam no monumento. Tiramos várias fotos. Bem legal, realmente valeu a visita.












Descemos de escada. Mais alguns degraus na conta deste dia.

Fomos nos encontrar com Naka e Maeli, que nos esperavam no ponto de encontro na Champs Élysées. Comemos uns donuts que Naka havia comprado, tomamos refresco e descansamos um pouco. O casal que tanto nos atura, ainda deu um presentinho para o Dudu. Ele adorou.








Após esta pequena pausa, nos levantamos e saímos. Eu queria ir até a Torre Eiffel, Célia estava meio resistente. Vai não vai, vai não vai, Naka e Maeli, que já não iam pois já conheciam, se despediram e foram para o hotel. Eu e Célia fomos para a torre, vê-la à noite.

Andamos um pouco, cerca de 15 minutos,e avistamos o cartão postal de Paris, muito linda, enorme, imponente e toda iluminada. Muito linda mesmo.





Fomos até lá, realmente a torre é bela. Impressisonante.

Decidimos subir, e já que era para subir, tinha que ser até o topo.

Lá fomos, Célia, Dudu e eu. Pegamos o elevador e Dudu já começou a curtir. Subiu para caramba, é muito alto. A vista é lindíssima e venta muito.






Após a visita à torre, tínhamos que pegar a condução para o hotel, pois já era tarde. Saímos da torre e fomos meio sem direção para o metrô. Sem saber ao certo em que direção era. Decidimos seguir o fluxo. Fomos atrás da maioria das pessoas.

Após um certo ponto, vimos que uma turminha de rapazes estava perdida, eles também não sabiam para onde era o metrô. Uma moça que se separou de todos na bifurcação, estava determinada e parecia que sabia exatamente para onde ia. Decidimos segui-la de longe, achamos que ela também iria para o metrô. Acertamos e achamos a estação mas bem nesta hora, vimos uns restaurantes. Estávamos com fome, decidimos jantar. Não, não teria metrô para voltarmos, pois estaria fechado. Sem problemas, iríamos de taxi mesmo, não era longe.

Fomos para o restaurante. Decidimos entre 2 deles e escolhemos. Ficamos em uma mesinha do lado de fora, na varanda. Dudu de boa. A comida do restaurante era excelente, a salada de vagens estava crocante, pedi um prato com frango ao vinho que fez minha cabeça. Célia pediu ==========, também muito bom. Tomamos um vinho e ficamos curtindo o jantar




Havia uma turma de jovens, que estava nas mesas ao lado, sete jovens conversando. Uma das meninas estava falando alto, em francês com os amigos. Talvez contando algo que outra pessoa teria feito, algo assim, ela parecia meio puta da vida, inconformada.

Dudu começou a se encher de ficar no carrinho e queria ficar solto, dei umas voltinhas pelo restaurante, enquanto Célia comia. Depois invertemos, eu comia enquanto Célia tentava colocá-lo para dormir no carrinho. Ele só acalmou mesmo quando o coloquei ao lado da menina que falava alto. Eu não entendo nada de francês, mas Dudu parecia entender. Ficou olhando a menina e prestando atenção no que ela dizia, só faltou ele comentar.

Satisfeitos do local, da visita, e da comida, fomos até o ponto de taxi na esquina e pedimos que nos levassem para o hotel. Esta foi a primeira vez que Dudu andou de merça, rsrs.



Fomos para o hotel e dormimos, o dia foi bem puxado.

No próximo post tem mais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário